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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

“Morto” levanta em velório e assusta todo mundo!

Uma história curiosa e bizarra tomou conta da internet da China nos últimos dias. Usuários da rede social Weibo, semelhante ao Twitter, têm compartilhado a foto de um chinês que, durante seu enterro, se levantou para beber água.

Identificado apenas por seu sobronome Han, o vendedor de refrigerantes fingiu ter morrido para que sua família recebesse uma indenização do governo. Dentro do caixão, porém, ele passou calor demais e levantou para se hidratar, assustando todos que acompanhavam o velório.


A suposta morte havia sido causada por policiais, que haviam espancado Han dias antes. Conhecida como chengguan, a polícia local costuma ser violenta na repressão a vendedores ambulantes. Por conta do calor, porém, ele se levantou afirmando que não podia mais seguir com o fingimento.

Nenhuma punição foi concedida ao chinês, que forjou sua morte no último sábado (3) e desde então virou celebridade.

As 8 teorias mais estranhas da física


Estranhas teorias sobre o universo não estão limitadas à obras de ficção, mas também são levadas a sério pela grande maioria dos cientistas. Todos acharam loucura quando Einstein inventou a Teoria da Relatividade, mas como ela resultou estar certo em vários aspectos, os cientistas no geral ficaram mais cautelosos antes de rejeitar novas ideias que viessem a surgir.

Mecânica quântica

Mecânica Quântica
Explica o estranho mundo das partículas subatômicas, onde nada é o que parece ser. Ela funciona muito bem para o que acontece no interior dos átomos, mas é completamente incompatível para o que acontece fora deles. Isso por que uma partícula pode estar em vários lugares ao mesmo tempo, e ainda ter contato em tempo real com essa cópia de si mesmo, independentemente da distância em que estejam. Uma partícula pode atravessar barreiras, surgir do nada (para a mecânica quântica o vácuo não é completamente vazio, há uma pequena quantidade de energia) e reaparecer em qualquer outro lugar. Ah, e o observador também pode mudar a realidade, e algo pode estar em dois estados simultaneamente (leia o Gato de Schrödinger). Isso foi só um breve resumo, se quiser entender um pouquinho mais sobre o mundo quântico, assista ao documentário sobre o assunto.

 Teletransporte

TeletransporteEssa teoria foi comprovada em laboratório, mas é inviável para humanos e você vai entender porque. Sempre que formamos um par de partículas subatômicas (como um elétron e um anti-elétron), elas agem como se estivessem entrelaçadas telepaticamente. Não entendeu nada? Simples, caso uma partícula gire para um lado, sua irmã girará para outro lado, como se estivessem se comunicando (mesmo que estejam a distâncias intergaláticas). Como somos feitos todos de átomos, cada átomo nosso pode ser entrelaçado a um átomo livre, passando a existir outro você. Bastaria então escanear alguém e criar um clone físico. Mas seria preciso um computador maior que o universo para realizar isso, e se fosse possível, em qual corpo você viveria? (artigo principal sobre o teletransporte)

Nosso universo é um buraco negro de outro universo

Essa teoria foi proposta no final dos anos 90 por Lee Smolin, do Perimeter Institute, no Canadá. Levando em consideração que o Big Bang deu origem ao tempo e ao espaço, enquanto no interior de um buraco negro, o tempo e o espaço terminam.Ou seja,  nosso universo tem um pai, um avô e toda uma genealogia por aí, assim como deve ter filhos, que herdariam as características cosmológicas do universo-pai, com pequenas variações. (artigo principal)

A expansão do universo se deve ao fato da existência dos buracos brancos

Buraco brancoOutra teoria maluca é que nosso universo está se expandindo por causa da constante formação de matéria, que estaria sendo criada do nada e espalhada por aí. Mas como isso é possível? Se levarmos em consideração a existência dos buracos brancos (é o oposto do buraco negro. Se por um lado um buraco negro suga a matéria, ela surge no lado oposto do buraco negro, que na verdade é o buraco branco, localizado em qualquer região do universo, e quem sabe fora dele), a teoria se torna complemente plausível, mas infelizmente ainda não há provas da existência dos buracos brancos.

Universos paralelos (Teoria dos Muitos Mundos)

Recentemente postada aqui no site, não vamos entrar em muitos detalhes nesse artigo. Vamos dar outro exemplo, aquele mesmo experimento do Gato de Schrödinger, onde um gato está ao mesmo tempo vivo e morto. Pense em um gato preso numa caixa lacrada, ameaçado por partículas radioativas que poderiam ser liberadas dentro dela. Se isso acontecesse, o gato morreria; caso contrário, ele permaneceria vivo. Haveria então 50% de chances de o gato estar vivo e 50% de estar morto. Segundo essa teoria, o gato está simultaneamente vivo e morto até que a caixa fosse aberta. A presença de um observador interferiria nas realidades paralelas da mecânica quântica, fazendo com que elas entrassem em colapso e só veríamos uma delas. Mas a confusão não acaba aí. Quando abrimos a caixa, criamos um universo paralelo onde uma pessoa idêntica a você abre a caixa e encontra o gato no estado oposto.  O mesmo vale para cada decisão ou ação tomada por cada um de nós, ou seja, são criados infinitos universos paralelos.

Viagem no tempo

A própria teoria da relatividade de Einstein permite a viagem do tempo. Para isso, precisaríamos dilatar o tempo viajando a velocidades próximas à da luz, e muitos cientistas esperam fazer isso em breve, através de estruturas como buracos de minhoca (leia o artigo no link para um melhor entendimento).

O universo existe?

Alguns cientistas defendem a ideia de que nosso universo não passe de uma mera ilusão, criada por um supercomputador maior que o planeta Terra. O argumento usado por esses cientistas é de que os princípios da mecânica quântica podem ser usados na computação e que um computador extremamente poderoso possa simular um universo inteiro, algo parecido com o que acontece no filme Matrix.

Criar energia elétrica (quase) a partir do nada


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É um comando de televisão que não precisa de pilhas ou baterias para funcionar. Foi desenvolvido por investigadores da Universidade de Aveiro (UA), é um projecto único no país e é um dos resultados mais visíveis do trabalho levado a cabo pala academia de Aveiro no que toca à transferência de energia sem fios. Se se pensar que só em Portugal os telespectadores gastam anualmente cerca de 3 a 4 milhões de pilhas para mudarem de canal sentados no sofá, o telecomando desenvolvido por Alírio Boaventura, investigador do Instituto de Telecomunicações (IT) da Universidade de Aveiro (UA), pode provocar uma verdadeira revolução ecológica. 
Preciosas, mas altamente poluentes em final de vida útil, dezenas de milhões de pequenas baterias gastas todos os anos pelos portugueses nos comandos de aparelhagens de som, de leitores de DVD, de boxes de televisão ou até mesmo de equipamentos de ar-condicionado e de portas de garagens poderão deixar de ser necessárias. É que embora o telecomando protótipo esteja a ser testado num televisor do IT, este poder ser aplicado a qualquer um dos dispositivos acima mencionados, permitindo funcionar eternamente sem necessitar de pilhas.
Constituído apenas por uma placa de circuitos e, para já, por quatro botões que permitem mudar de canal e regular o volume, o segredo do telecomando antipilhas da UA está na sua antena conversora de energia. Esta tem a capacidade de converter em energia elétrica DC as ondas de rádio emitidas por um leitor RFID previamente instalado no televisor. A energia DC captada é usada para alimentar a eletrónica do telecomando. Para comunicar com o televisor o telecomando modula e reflete parte da energia rádio recebida. Nesta fase entra novamente o leitor RFID que descodifica a informação recebida do comando, que poderá ser, por exemplo, um pedido de mudança de canal ou ajuste do volume. 
«Um modelo possível de exploração desta tecnologia passa por, futuramente, incorporar o sistema rádio (RFID) em dispositivos como televisores. Alternativamente e de forma a garantir compatibilidade com os equipamentos já instalados, um adaptador de radiofrequência para infravermelhos poderá ser usado», refere o investigador Alírio Boaventura. 
A antena da energia
O comando do IT é uma das faces mais visíveis do trabalho que os respetivos investigadores têm desenvolvido nos últimos anos na área da captação e conversão de radiofrequências em eletricidade. Em testes laboratoriais, o IT tem ainda uma antena que não se limita a recolher sinais de rádio: reconverte-os em energia eléctrica que pode ser usada imediatamente ou armazenada para uso posterior.
A antena, que na aparência não é muito diferente das que são normalmente utilizadas para captar sinais de TV, quando colocada nas proximidades de um retransmissor de rádio, consegue converter o sinal eletromagnético numa corrente elétrica contínua capaz de ligar duas lâmpadas LED. E quanto maior potência tiver o retransmissor, maior potência elétrica pode ser alcançada.
Junto à fonte de transmissão que os investigadores da UA têm utilizado para testar o protótipo – neste caso, o de uma rádio nacional - o circuito desenvolvido pelo IT produz uma tensão elétrica de aproximadamente 10 volts. A 1,5 quilómetros de distância da antena retransmissora, o protótipo alcança os 3 volts. 
Futuro sem pilhas
Os resultados são promissores. «Se fosse junto da antena de TV do Monte da Virgem, em Gaia, daria para ligar bem mais do que dois LEDs», garante Nuno Borges Carvalho, investigador do IT e um dos responsáveis pelos avanços que a UA tem feito no estudo de um filão energético que paira no ar à espera de ser aproveitado.
«Este princípio pode ser aplicado a qualquer tipo de emissão eletromagnética, quer seja rádio FM, TV, Wi-Fi ou GSM, o que permite que, no futuro, se possa vir a carregar a bateria de dispositivos móveis sem estar dependente de uma única frequência», aponta Nuno Borges Carvalho. «Todos os sinais de rádio frequência que estão no ar podem mesmo ser colhidos e transformados em energia elétrica», sublinha o responsável.
«Atualmente a grande proliferação de sistemas rádio deu origem a uma nova forma de energia alternativa que pode ser reciclada e reaproveitada em sistemas de baixo consumo», acrescenta Alírio Boaventura.
Se hoje a energia reconvertida a partir das ondas de rádio não chega para fazer funcionar dispositivos com elevada exigência energética como por exemplo um computador, num futuro mais próximo o IT quer que esta possa alimentar sensores de baixa potência com consumos reduzidos ou esporádicos. 
«Com esta tecnologia vai ser possível, por exemplo, criar chaves de carros que estão sempre a coletar energia das comunicações rádio e que só a gastam quando são usadas. O conceito também pode ser útil para criar sensores ambientais, alarmes, lanternas ou até mesmo fornecer energia ‘gratuita’ à iluminação pública situada num raio à volta do retransmissor da estação de rádio», antevê Nuno Borges Carvalho. «Em qualquer destes casos temos a vantagem de dispensar o uso de pilhas ou de energia elétrica da rede pública», diz o investigador.
Fonte: SUPER INTERESSANTE.
  EDITADO POR: Felipe Oliveira 

O mistério da caneta BIC



Acredito que sempre que pensamos em "caneta", temos uma imagem projetada em nossa mente, a qual diz respeito às famosas canetas BIC. Esta marca de canetas, que investe pouquíssimo em propaganda, fixou uma imagem muito forte diante a tantas outras marcas e modelos. Você já se perguntou como isso aconteceu?Certamente responderá que, por esta ser uma caneta barata,simples e de fácil acesso, tornou-se "convencional" o seu uso no dia-a-dia, desde a escola até a empresa onde trabalha. Pois bem, a resposta não é assim tão simples!


Documentos secretos encontrados no final do ano de 2001 indicam um envolvimento direto da NASA com a BIC. Também foram encontrados documentos oficiais da NASA, onde estavam registrados estudos sobre uma possível invasão de sondas extraterrestres no Planeta Terra.Acredite ou não,estamos sendo vigiados a anos sem percepção alguma. De fato conclui-se que as canetas BIC são sem sombra de dúvida sondas extraterrestres que nos inspecionam diariamente, desde nossa infância até hoje, em casa, na escola, na universidade, nos hospitais, no trabalho, em tudo. Certamente você está exposto a uma caneta BIC neste exato momento;
Olhe ao seu lado, dificilmente num raio de 15 metros não haverá uma sonda. Agora pense comigo:Ao nascer você é registrado com uma caneta, ao entrar para a escola/universidade também, tudo o que você escreve, desde estudos até cartas de amor é escrito com uma caneta, ou seja, estes seres que nos observam sabem de absolutamente TUDO sobre TODOS. O verdadeiro significado da marca BIC é: Big Inspekto Center (ou Centro de Grandes Inspeções). No logotipo da BIC notamos um alien tentando esconder atrás dele seu maior segredo: uma caneta que pode contar toda a história de todos os tempos (simbolizado pelo traço preto atrás do alien).Vejamos agora algumas dicas que nos levam a propor esta idéia:- As canetas BIC são facilmente encontradas para serem vendidas, porém depois que você já a possui, ela sempre aparece em diferentes locais e você nunca se questiona se realmente havia deixado onde encontrou.- Mesmo que você compre apenas uma caneta BIC, certamente encontrará várias no local onde a deixar.- Elas se multiplicam rapidamente, sem ser perceptível a nós dotados de uma visão banal para a visão alienígena.- Após poucos meses, a caneta que você havia comprado, simplesmente desaparece. Isso é facilmente decifrável se pensarmos da seguinte maneira: tudo necessita de energia para sobreviver (o homem, o carro, as plantas, sua TV), e ao acabar esta energia, ela precisa ser reposta.Assim, as sondas BIC tem um período de vida curto, visto que quando se encontram gastas, elas simplesmente se desintegram para uma possível recarga.A mensagem que quero deixar é que você tenha muito cuidado ao se deparar com estas canetas-sondas, principalmente com as Sondas mais avançadas, vulgarmente chamadas de BIC 4 Cores, BIC 2 CORES ou mesmo a tão temida e perigosa BIC VERDE! Esta última jamais deve ser colocada (presa) em cima da orelha, pois além de enviar dados e formações sobre você para os alienígenas consegue influenciar de maneira drástica sua forma de pensar, tornando-o um escravo a serviço alienígena.Torno a repetir: CUIDADO COM A MANIPULAÇÃO ALIEN! Já estamos todos envolvidos nisso. Tentar qualquer forma de fuga ou apatia não é aconselhável. Saiba lidar com elas! Desta forma acredito que não mais estaremos expostos a uma ideologia alien, e poderemos defender o que realmente pertence a nós: o Planeta Terra!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Onde ficam as sementes da banana?

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Se você pensa que são aqueles pontinhos pretos no meio da fruta, se enganou. Na verdade, as variedades de banana mais consumidas não possuem sementes. "Os pontinhos pretos são apenas óvulos não-fecundados da flor da bananeira", afirma o engenheiro agrônomo Oscar Ramon Pena Bendeck, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), de Piracicaba (SP). Bananas com sementes são um privilégio das espécies selvagens, que no Brasil podem aparecer em regiões litorâneas de Mata Atlântica. "Um aluno meu encontrou uma dessas na Serra do Mar, em São Paulo. Quando mordeu a fruta, quase perdeu os dentes: ela estava cheia de sementes", diz o biólogo Marcos Arduin, da Ufscar. Os tipos tradicionais, entretanto, reproduzem-se pela chamada propagação vegetativa, onde os brotos das novas plantas surgem a partir da planta-mãe. No caso das bananas, eles aparecem do chamado rizoma, uma estrutura na base da bananeira de onde saem as raízes e o caule.
A grande vantagem desse tipo de reprodução é que a muda atinge a fase adulta em muito menos tempo que as frutas que começam a crescer a partir de uma semente. "Mas a maior desvantagem é que todas as bananeiras serão idênticas à planta-mãe. Se a planta que deu origem aos brotos for suscetível a doenças, as descendentes também serão", afirma outro engenheiro agrônomo, Adriano Stephan Nascente, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Rondônia. Para a banana, o problema é especialmente grave, pois fungos que causam doenças já reduziram drasticamente a produtividade das plantações de banana-prata e banana-maçã na Ásia, África, América Central e norte do Brasil. A situação é tão perigosa que, no início deste ano, um grupo de cientistas belgas alertou que a fruta pode sumir em dez anos. Como os microrganismos sobrevivem à maioria dos pesticidas, a melhor saída é cruzar diferentes espécies para obter variedades imunes aos fungos.

Por que 666 é considerado o número da besta?

Porque na Bíblia (texto de João, no capítulo 13 do livro Apocalipse) ele é citado como o "número do monstro". O documento descreve uma besta-fera parecida com um dragão, com chifres de cordeiro, poderes maléficos e características violentas e ameaçadoras.
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Segundo interpretações de estudiosos, o 666 seria o código secreto com que os cristãos do primeiro século poderiam identificar o Anticristo - um monstro humanizado que viria ao mundo para dominá-lo e tocar o terror. Sua chegada seria anunciada, de acordo com os escritos, com a abertura do sexto selo, o tocar da sexta trombeta e o derramamento da sexta taça. Ainda segundo especialistas em teologia, não dá para ter certeza de que o número original era 666 pois em manuscritos muito antigos do Apocalipse, ele aparecia como 616.
OUTRAS INTERPRETAÇÕES
- A profecia da besta menciona "um sinal na mão direita ou na testa", o que deu margem para associá-la a Hitler e ao gesto da saudação nazista.
- No livro de Zacarias, na Bíblia, há um trecho que diz que dois terços (2/3 é igual a 0,666...) dos habitantes da terra serão exterminados.

Beber café realmente diminui a embriaguez?

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Diminui. O álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central, porque reduz sua atividade ao dificultar a passagem de mensagens entre os neurônios do cérebro. Não se sabe exatamente por que isso acontece, mas acredita-se que o álcool altera a composição da membrana dos neurônios, dificultando a transmissão dos impulsos nervosos. Isso faz com que a pessoa fique sonolenta, desequilibrada e sem coordenação motora.
Já a cafeína presente no café tem exatamente o efeito oposto. "Ela intensifica a passagem dessas mensagens neuronais, amenizando o efeito provocado pela ingestão de bebidas alcoólicas", afirma o farmacêutico bioquímico Roberto De Lucia, da Universidade de São Paulo. Para reduzir o efeito da bebedeira, o café deve ser ingerido sem açúcar, pois essa substância dificulta a absorção da cafeína pelo organismo, prejudicando sua ação.